quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Uma breve despedida

Ao Leal,



Outro dia desses nos encontramos, e a reclamação foi de ambos os lados, estávamos sentindo falta das palavras, que tanto nos acompanhavam.

Mas havia uma reclamação por sua parte, eu havia quebrado uma promessa, aquelas feitas em meio a uma loucura. E como não costumo quebrar promessas, porque a muito honro a palavra aqui estou escrevendo hoje para ti. Para quebrar o silêncio que a muito havia se estabelecido em mim.

Quando soube que iria embora, já era tarde, as malas estavam prontas, os cigarros estavam no bolso e o relógio já anunciava a partida.

Suas palavras já tinham me dito que iria partir, mas inconscientemente eu aguardava mais um encontro. Na verdade, quando soube você já estava prestes a respirar novos ares.

Que esses novos ares encham seus pulmões de vida. E que seus lábios experimentem novos sabores e seus olhos possam ver novas cores.

5 comentários:

D i c a disse...

Mais uma vez o cenário se repete.

Carmen Martinez disse...

Não é o fim Diana. Não ainda.

Mariana Khalil disse...

Não mesmo.


;)

Luiz Felipe Leal disse...

Mari,
por certo peguei um pouco do seu hábito de tardar em ver os posts, hehe, mas aqui estou, feliz com suas palavras que vem me abraçar. Vejo, sim, novas cores, novos ares. Lembro-me de você me falar que estava indo ver o sol nascer e eu penso que no fim das contas precisamos dessas belezas-pílula que nos vao anestesiando dia-a-dia. Tenho me entupido delas.

um beijo.

Vinícius Remer disse...

Queria que minhas despedidas fossem breves...